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NÚMERO DE AMINA EM ÁCIDO PERCLÓRICO

Posted by Ricardo D.S. on quinta-feira, 4 de março de 2010 , under , | comentários (0)




Introdução

Este método é baseado na titulação da amostra com ácido perclórico 0,1N ou ácido clorídrico 0,2N para determinação do número de amina total.

Em uma segunda titulação, é adicionado anidrido acético, o qual inibe as aminas primárias e secundárias. Desse modo pode-se determinar o teor de aminas terciárias.

Reagentes

- Anidrido acético p.a..

- Ácido acético glacial p.a..

- Ácido perclórico 0,1N (solução em ácido acético p.a.).

- Isopropanol neutro para azul de bromofenol.

Materiais

- Materiais comuns de laboratório.

- Potenciógrafo (Metrohm E 506 ou equivalente).

- Eletrodo de vidro combinado meio não aquoso, cloreto de lítio em ácido acético.

- Eletrodo de vidro combinado meio não aquoso, cloreto de lítio em etanol.

Procedimento

Determinação da Amina total (AZT):

- Pesar, com precisão de 0,1mg, 0,2g a 1,5g da amostra em um béquer de 250mL. Anotar a massa ( m1).

- Dissolver a amostra com 50mL de ácido acético p.a., aquecendo se necessário.

- Titular potenciometricamente com ácido perclórico 0,1N em ácido acético utilizando eletrodo.

- Anotar o volume gasto (V1).

OBS: Utilizar papel alumínio na titulação ou sistema fechado caso não seja possível, colocar o potenciógrafo na capela.

Cálculo

Número de amina total (AZT) expresso em mL de HCLO4 0,1 N /g

AZT= ( V1 x Fc )
.................m1

Determinação de Amina terciária (AZ3):

- Pesar, com precisão de 0,1mg, de 0,5g a 1,5g da amostra (m2).

- Adicionar aproximadamente 40ml de ácido acético, e 10ml de anidrido acético (para inibir as aminas primária e secundária).

- Aquecer a amostra dissolvida em chapa de aquecimento ou estufa (60°C) por 15 minutos.

- Titular potenciometricamente com ácido perclórico 0,1N em ácido acético utilizando eletrodo.

- Anotar o volume gasto (V2).

Cálculo

Número de amina terciária expresso em mL de HClO4 0,1 N /g:

AZ3= (V2 x Fc)
................m2

Amina terciária expressa em % em relação a total ( % T ):

% T= AZ3 x 100
................AZT

AMINA LIVRE

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Introdução

O Óxido de Amina reage com Anidrido Acético (via refluxo) e a Amina Livre é titulada potenciometricamente com Ácido Perclórico.

Reagentes

- Ácido Acético P.A.

- Ácido Perclórico 0,1N padronizado.

Materiais

- Potenciógrafo com eletrodo de vidro para medição de pH em meio não aquoso.

- Materiais comuns de laboratório.

Procedimento

- Pesar cerca de 10g, com precisão de 0,1mg, da amostra em um balão de fundo chato de 250ml.

- Adicionar cerca de 100ml de anidrido acético.

- Refluxar por cerca de 30 minutos.

- Esfriar e titular potenciometricamente com HClO4 0,1N utilizando eletrodo de vidro em escala de 750 mV anotar o volume (V1).

- Fazer prova em branco, anotar o volume (V2).

*Nota – Cuidado ao jogar fora o titulado, pois, pode haver uma reação violenta com água (explosão). Descartar cuidadosamente na capela com bastante água.

Cálculos

Amina livre (%) = (V1 – V2) x fc x N x PM
...............................................m x 10

Onde:

N= normalidade do ácido perclórico.
Fc= fator de correção do ácido perclórico.
PM = peso molecular da amina.
V1= volume gasto na amostra, em ml.
V2= volume gasto na prova em branco em ml.
M= massa de amostra, em “g”

NÚMERO DE AMINA EM HCl

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Introdução

A determinação da amina total dá-se pela titulação com ácido clorídrico em isopropanol. O teor de amina secundária e terciária, é realizado após o mascaramento da amina primária com aldeido salicílico. A determinação do teor de amina terciária se dá após a amina primária e a amina secundária terem sido mascaradas com fenilisotiocianato.

Os cálculos realizados permitem a expressão dos resultados como % equivalente , % em massa, % de amina, e índice de amina (TAV).

Reagentes

- Isopropanol P.A.

- Solução padronizada de ácido clorídrico 0,2 N em isopropanol.

- Aldeído salicílico P.A.

- Fenilisotiocianato P.A.

- Azul de bromofenol 0,1 % em etanol 20%.

Materiais

- Béquer de 250 mL.

- Chapa aquecedora.

- Titulador automático Metrohm Titrino ou equivalente.

- Eletrodo de vidro combinado Ingold (cod. 9823) ou equivalente.

- Substituir a solução do eletrólito interno por solução metanólica saturada com cloreto de lítio.

- Deixar o eletrodo em repouso durante 24 horas, imerso em metanol, antes de utilizá-lo.

Procedimento

Amina total ( AZT )

- Pesar, com precisão de 0,1 mg, de 0,5 a 1,5 g da amostra em um béquer de 150 mL (m1).

- Dissolver a amostra em 60 mL de isopropanol neutro para azul de bromofenol, aquecendo se necessário.

- Titular potenciometricamente com ácido clorídrico 0,2 N em isopropanol utilizando eletrodo ou visualmente até mudança da coloração do indicador de azul para amarelo.

- Anotar o volume gasto (V1).


Amina Primária (AZ1)

- Pesar, com precisão de 0,1 mg, de 0,5 a 1,5 g da amostra (m2).

- Adicionar 2mL de aldeído salicílico.

- Dissolver em 60 mL de isopropanol neutro para azul de bromofenol.

* Nota: Para titulação de diaminas (C 10 Diamina, C 13 Diamina, C 1214 Diamina e Genamin TAP 100) dissolver a amostra com 10 mL de água destilada e 50 mL de isopropanol neutro para azul de bromofenol.

- Aquecer a solução (em chapa ou estufa) por alguns minutos.

- Titular potenciometricamente com ácido clorídrico 0,2 N,utilizando eletrodo conforme item 4.4, ou visualmente até mudança da coloração do indicador de azul para amarelo.

- Anotar o volume gasto (V2).


Amina terciária (AZ3)

- Pesar, com precisão de 0,1 mg, cerca de 1 a 2 g da amostra em um bequer de 150 mL (m3).

- Adicionar 2 mL de fenilisotiocianato.

- Dissolver em 60 mL de isopropanol neutro para azul de bromofenol (agitar por pouco tempo).

- Aquecer por alguns minutos (chapa ou estufa).

- Titular potenciometricamente com ácido clorídrico 0,2 N,utilizando eletrodo conforme item 4.4 ou visualmente até mudança da coloração do indicador de azul para amarelo.

- Anotar o volume gasto (V3).

Cálculos

Amina em % equivalente

%P (% amina primária) = (AZT – AZ2) x 100
............................................................AZT



% T (% de amina terciária) = AZ3×100
.......................................................AZT



% S ( % de amina secundária) = 100 – (%P + %T)

Sendo:

AZT (numero de amina total )

AZT = (V1x 2 x fc)
...................m1

AZ2 (numero de aminas terciárias e secundárias)

AZ2 = (V2 x 2 x fc)
...................m2

AZ3 Número de amina terciária

AZ3 = (V3 x 2 x fc)
...................m3

Onde:

AZ1, AZ2 e AZ3 tem seus valores expressos em mL de HCl 0,1N por g de amostra.

m1, m2 e m3 : massas da amostra (vide ítens 5.1, 5.2 e 5.3, respectivamente) em gramas.

V1= volume de HCl 0,2 N (gasto no item 5.1) em mL.
V2= volume de HCl 0,2 N (gasto no item 5.2) em mL.
V3= volume de HCl 0,2 N (gasto no item 5.3) em mL.
Fc= fator de correção da normalidade da solução de HCl 0,2 N.

Cálculo do Índice de Amina (TAV) em mg KOH/g da amostra

TAV = AZT(numero de amina total) x 5,61

% em massa, das aminas em função dos pesos moleculares

AP (%)=[(V1/m1)-(V2/m2)] X N X fc X PM1
............................................10



AS (%)=[(V2/m2)-(V3/m3)] X N X fc X PM2
...........................................10



AT (%)=(V3/m3) X N X fc X PM3
...................................10

Onde:

AP= amina primária, % em massa.

AS= amina secundária, % em massa.

AT= amina terciária, % em massa.

PM1= Peso molecular da amina primária.

PM2= Peso molecular da amina secundária.

PM3= Peso molecular da amina terciária.

% de Amina

% Amina = AZT x 100
...........................AZt

Onde :

AZt: n° de amina teórico e é calculado pela seguinte forma :


AZt = ................................10000..............................

.................P x PM1) + (%S x PM2) + (%T x PM3)

ÍNDICE DE IODO - DETERMINAÇÃO EM AMINAS

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Introdução

Este método se aplica a qualquer tipo de amina, baseia-se na titulação da amostra com uma solução de brometo-bromato. Em meio ácido, a solução de brometo-bromato gera Br2 que reage com as duplas ligações, como o Br2 é volátil, ele deve ser gerado no momento da reação p/ não haver perdas . O mercúrio é adicionado como catalisador para acelerar a bromação da dupla ligação.

Reações

Geração do Bromo

BrO3- + 5 Br- + 6 H+ –> 3 Br2 + 3 H2O

Ataque às duplas ligações

C = C + Br2 —–> Br-C – C-Br


Reagentes

- Metanol P.A

- Anidrido Acético P.A.

- Indicador metil orange 0,1% (p/v) em álcool etílico.

- Solução Brometo-Bromato 0,5N, preparada e fatorada conforme IS.10/GQ/A0011.

- Solvente ácido: Em um béquer de 2L adicionar 1000 mL de ácido acético glacial, 9,5 mL de ácido sulfúrico P.A. e 30 mL de solução de cloreto de mercúrio ll (sublimado) 10% em álcool etílico. Homogenizar e guardar em frasco âmbar.

Materiais

- Materiais comuns de laboratório.

Procedimento

- Pesar em um erlenmeyer 0,5 a 2,0 g da amostra (m).

- Adicionar 10 mL de anidrido acético e aquecer em estufa ou em chapa de aquecimento a 60 – 70°C por 10 minutos. A partir desta etapa utilizar uma máscara de proteção facial PFAC (código SAP 101479 ou equivalente), devido ao perigo de ocorrer uma reação exotérmica.

- Retirar da estufa ou da chapa e adicionar 10 mL de metanol em banho de gelo.

- Adicionar 60 mL de solvente ácido.

- Adicionar 3 gotas do indicador metil orange e titular com a solução de brometo- bromato até o desaparecimento da coloração laranja.

- Após o primeiro desaparecimento da coloração laranja, adicionar 1 gota do indicador e continuar a titulação até tornar-se incolor (V).

Cálculos

Índice de Iôdo (gI2/100g) = V . fc . 6,346
..........................................................m

Onde:

V = Volume gasto da solução de bromato-brometo em “mL”
m = massa da amostra em “g”.
fc = fator de correção da solução de brometo-bromato.

GRAU DE NEUTRALIZAÇÃO

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Introdução

O Grau de Neutralização é determinado através do índice de acidez e o índice de amina.

Reagentes

- Solução de HCl 0,1N em Ácido Acético.

- Metilato de Sódio 0,2N.

- Solução de HCl 0,2N em Isopropanol.

- Ácido Acético P.A.

- Álcool Isopropílico P.A.

- Toluol P.A

-Indicador Timolftaleína 0,1% Etanol 50% água.

- Indicador Azul de Bromofenol 0,1% Etanol 20% água.

Materiais

- Materiais comuns de laboratório.

- Titulador automático

Procedimento

Determinação do Número de Amina Total (AZT):

- Pesar, com precisão de 0,1 mg, de 0,5 a 1,5 g da amostra em um béquer de 150mL (m1).

- Dissolver a amostra em 60mL de isopropanol neutro para azul de bromofenol, aquecendo se necessário.

- Titular potenciometricamente com ácido clorídrico 0,2 N em isopropanol utilizando eletrodo ou visualmente até mudança da coloração do indicador de azul para amarelo.

- Anotar o volume gasto (V1).

Determinação do Grau de Neutralização:

- Pesar cerca de 1,5g de amostra em béquer de 100ml.

- Adicionar 60ml de Isopropanol neutro para Timolftaleína.

- Titular com Metilato de Sódio 0,2N até a coloração de azul claro.

- Anotar o volume.

Cálculos

% de Amina Total (AZT)

AZT= (Vx 2 x fc)
..................m

% de Grau de Neutralização

Grau de neutralização (%) = V x Fc X 2 x 100
.............................................................AZ

ÍNDICE DE SAPONIFICAÇÃO

Posted by Ricardo D.S. on quarta-feira, 3 de março de 2010 , under , | comentários (0)




Introdução

Índice de Saponificação é a massa em mg de Hidróxido de Potássio que reage com um grama de amostra nas condições de análise. Este método é aplicável aos ácidos graxos comerciais e óleos industriais secos.

Reagentes

- Hidróxido de Potássio 0,5 N etanólico recentemente preparado.

- Ácido Clorídrico 0,5 N recentemente padronizado.

- Álcool etílico p.a.

- Indicador fenolftaleína 1% em etanol.

Materiais

- Materiais comuns de laboratório.

Procedimento

- Em um balão de fundo chato de 250 ml, com boca esmerilhada, pesar a quantidade de amostra (m) de acordo com o índice de saponificação esperado, conforme tabela 1 (precisão 0,1 mg).

- Adicionar 50 ± 5ml de álcool etílico (neutro para fenolftaleína).

- Por bureta (menor divisão 0,1 ml), colocar 25,00 ml de KOH 0,5 N e levar ao refluxo por (120 ± 10)min.

- Esfriar e titular o excesso de base com solução de HCl 0,5 N utilizando indicador fenolftaleína até o desaparecimento da cor rosa.

* Nota – Efetuar as determinações no mínimo em duplicata e acompanhar com duas provas em branco contendo as mesmas quantidades dos reagentes utilizados na amostra.

Cálculos

VZ (em mg KOH/g) = (Vb - Va) x N x fc x 56,1
...........................................................m

Onde:

Vb= volume em ml de ácido gasto na prova em branco.
Va= volume em ml de ácido gasto na amostra.
N= normalidade do ácido.
Fc= fator de correção da normalidade do ácido.
M= massa de amostra em gramas.

Precisão

Repetibilidade

Duas determinações simples feitas num mesmo laboratório não devem diferir em mais de 1,6%.

Reprodutibilidade

Determinações simples feitas em laboratórios diferentes não devem diferir em mais de 1,7%.

Anexos

VZ (mg KOH/g).......................... Peso da Amostra (em g)
Até 10............................................................ 20,0 ± 2
De 10 – 20 ....................................................10,0 ± 1
De 20 – 50 ...................................................5,0 ± 0,5
De 50 – 100 .................................................2,5 ± 0,2
De 100 – 200 ..............................................1,5 ± 0,1
De 200 – 300 ..............................................1,0 ± 0,1
De 300 – 500 ..............................................0,50 ± 0,05
Acima de 500 ..............................................0,20 ± 0,02

ÍNDICE DE IODO VIA WIJS

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Introdução

Este método prevê a determinação de Índice de Iodo em materiais insaturados, onde as duplas ligações são “quebradas” pelo ataque de compostos halogênicos.

Reagentes

- Solução de Wijs 0,1 mol/L (0,2 N)

- Iodeto de Potássio 20 % (m/v)

- Tetracloreto de Carbono p. a.

- Tiosulfato de Sódio 0,1 N

Materiais

- Materiais comuns de laboratório.

Procedimento

- Pesar, em um erlenmeyer de iodometria, a amostra, conforme tabela em anexo, com precisão de 0,1 mg.

* Nota: Fazer em duplicata procurando pesar massas próximas.

- Acrescentar (20 ± 1) ml de CCl4 e agitar até dissolver (se for necessário aquecer a amostra).

- Pipetar (com pipeta volumétrica) 25 ml da solução de Wijs para o erlenmeyer, fechar e agitar para garantir mistura total. Vedar o erlenmeyer com solução de KI 20 % e deixar descansando por (30 ± 1) minutos, junto com uma prova em branco a uma temperatura de (25 ± 5)ºC.

* Nota: Para alguns óleos, é necessário deixar descansando por cerca de (60±1) minutos. Ex. Óleo de mamona desidratado, de oiticica ou de tungue.

- Adicionar, após descanso, cerca de 20 ml de iodeto de potássio 20 % e cerca de 50 ml de água.

- Titular com Na2S2O3 0,1 N sob agitação vigorosa, até a coloração amarelo claro, adicionar cerca de 2 ml de Amido 5 % e continuar a titulação até desaparecer a cor azul.

Cálculos

JZ (g I2/100g) = ( B – A ) x N x fc x 12,69
...................................................m

Onde:

B= volume gasto de Na2S2O3 na prova em branco, em ml.
A= volume gasto de Na2S2O3 na amostra, em ml
N= normalidade de Na2S2O3
Fc= fator de correção do Na2S2O3
M= massa da amostra, em gramas.

ÍNDICE DE PERÓXIDO

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Introdução

Este método determina todas as substâncias que oxidam o iodeto de potássio nas condições de teste. Assume-se como peróxidos ou outros produtos semelhantes de oxidação de gordura. A oxidação da gordura promove rancidez. Este método é aplicável a óleos e gorduras, inclusive margarina. Sendo um método altamente padronizado, qualquer alteração provoca variações nos resultados.

Reagentes

- Ácido Acético p.a.

- Isooctano p.a.

- Iodeto de Potássio p.a.

- Amido p.a.

- Ácido Clorídrico p.a.

- Solvente Ácido Acético : Isooctano (60/40)

- Para cada litro de solução, adicionar 600 ml de ácido acético para 400 ml de isooctano.

- Solução saturada de Iodeto de Potássio recentemente preparada

- Dissolver excesso de KI em água destilada fervida. Certifique-se que a solução permaneça saturada o que é indicado pela presença de cristais não dissolvidos.

- Armazenar ao abrigo da luz.

- Solução padronizada de Tiossulfato de Sódio 0,01

- Solução de Amido 1%.

- Preparar uma pasta com 1,0 g de amido com aproximadamente 2,5 ml de água destilada, diluir a pasta para 100 ml de água fervente e resfriar.

Materiais

- Balança analítica, precisão 0,1 mg.

- Cronômetro com precisão mínima de 1 s.

- Erlenmeyer de 250 ml com tampa de vidro.

- Pipeta graduada de 1 ml.

- Bureta de 25 ou 50 ml, com graduação de 0,1 ml.

Procedimento

- Pesar, com precisão de 0,1 mg, (5,00 ± 0,05)g de amostra em um erlenmeyer de 250 ml e adicionar 50 ml da solução ácido acético / isooctano. Agitar vagarosamente, evitando a formação de bolhas de ar, o frasco até a dissolução completa da amostra.

- Adicionar 0,5 ml da solução saturada de KI, tampar rapidamente o frasco e agitar lentamente . Não aquecer a amostra.

- Deixar a solução permanecer em repouso por exatamente um minuto, agitando pelo menos 3 vezes durante este período, e adicionar 50 ml de água destilada.

- Adicionar 0,5 ml da solução indicadora de amido.

- Se existirem peróxidos, a amostra apresentará coloração violeta/azul. Agitar continuamente e titular com solução de Na2S2O3 0,01 N até imediato desaparecimento da coloração violeta.

- Neste ponto deixar a amostra permanecer em repouso por alguns segundos. Duas camadas serão formadas no frasco. O ponto final será atingido quando a camada inferior estiver clara/incolor. Anotar o volume gasto (V).

- Realizar prova em branco sem a pesagem da amostra, repetindo os demais itens.

- Anotar o volume gasto (Vb).

* Nota: A solução saturada de KI é crítica para a precisão do teste. Se a solução apresentar coloração amarela, deve ser descartada e preparada novamente. Testar previamente ao uso, pela adição de 2 gotas de solução indicadora de amido e 0,5 ml de KI em 30 ml de solução de ácido acético/isooctano. Se formar-se a coloração violeta/azul que requeira mais de 1 gota de solução de Na2S2O3 0,1 N para desaparecer, descartar a solução de KI e preparar novamente.


Cálculos

POZ (meq peróxidos/kg) = (V – Vb) x N x fc x 1000
...................................................................m

Onde:

V= volume da solução de tiossulfato gasto na amostra, em “ml”
Vb= volume da solução de tiossulfato gasto na prova em branco, em “ml”.
N= normalidade da solução de tiossulfato.
M= massa da amostra, em “gramas”.
Fc= fator de correção da solução de tiossulfato de sódio.
1000= fator de conversão de massas, para expressão em meq/kg.

NÚMERO DE ÁGUA

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Introdução

Produtos polímeros de blocos a base de óxido aceitam uma determinada quantidade de água em condições específicas relacionadas ao solvente utilizado, onde acima desta quantidade, ocorre uma turvação. Neste ponto determina-se o “número de água”.

Reagentes

- Solução toluol em dioxano 3:97.

- Água Desmineralizada.

Materiais

- Balança analítica com precisão 0,1 mg.

- Termômetro com faixa que atinja a temperatura desejada e menor divisão de pelo menos 0,5 ºC.

- Materiais comuns de Laboratório.

Procedimento

- Pesar exatamente 1,00 g (precisão de 0,1 mg) de amostra seca em um béquer de 100 ml.

- Adicionar através de uma bureta, 30 ml de solução de toluol em dioxano e introduzir o termômetro ao béquer.

* Nota- Deve-se obter uma solução límpida, caso contrário pode-se aquecer a solução no máximo à 50ºC.

- Esfriar, em banho de gelo, até 19,5 – 20,0 ºC.

- Introduzir uma barra magnética e adaptar a bureta à boca do béquer iniciando a titulação com água desmineralizada com agitação constante (sobre a base do agitador magnético colocar uma folha quadriculada).

- Observar se a temperatura aumenta, caso ocorra, voltar ao banho e retornar a temperatura à 19,5 – 20,0 ºC e dar continuidade à titulação até que seja impossível à visualização do quadriculado da folha.

- Anotar o volume.

Cálculos

Nº Água (ml/g) = ..V..
..................................m

Onde:

V= volume de água utilizado na titulação, em ml.

M= massa da amostra pesada, em gramas.

ÓXIDO DE AMINA

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Introdução

A amostra‚ titulada com Ácido Perclórico 0,1 N e descontando-se o valor da amina livre obtido obtém-se o teor de óxido de amina.

Reagentes

- Ácido Acético P.A.

- Ácido Perclórico 0,1 N (em ácido acético).

Materiais

- Potenciógrafo com eletrodo de vidro para medição de pH em meio não aquoso.

- Materiais comuns de laboratório.

Procedimento

- Pesar cerca de 0,5 g com precisão de 0,1 mg de amostra num béquer.

- Adicionar cerca de 50 ml de ácido acético para dissolver a amostra.

- Titular potenciométricamente com HClO4 0,1 N utilizando eletrodo de vidro (anotar o volume como V1).

- Fazer prova em branco (anotar o volume como V2).

Cálculos

Cálculo A

A (meq/g) = (V1 – V2) x fc x N
.....................................G

Cálculo B

B (meq/g) = AL x 10
.........................PM1



Óxido de Amina

Óxido de Amina (%) = (A – B) x PM2
..................................................10

Onde:

N= normalidade do ácido perclórico.
V1= volume gasto na amostra, em ml.
V2= volume gasto na prova em branco, em ml.
AL= teor de amina livre encontrada no método Amina Livre
M= massa da amostra, em g.
PM1= peso molecular da amina.
PM2= peso molecular de óxido de amina